How to Change and Stay the Same – BusinessWeek

fevereiro 17, 2012 § Deixe um comentário

Via Scoop.itChange process

As Starbucks shows with its expanded efforts to sell beer and wine, be consistent about what you stand for—but constantly adjust how you do things (How to Change and Stay the Same – Businessweek http://t.co/jKi4Zqnm…)…
Via www.businessweek.com

Mudança da Cultura Corporativa

fevereiro 7, 2012 § Deixe um comentário

Via Scoop.itChange process

One way we can look at differences in people is to note which drives them more – achievement, power or affiliation.
Via change-management.artcony.com

Uma maneira de olhar para criação de uma cultura de reconhecimento.

Changing Corporate Culture – One Way to Look at Creating a Culture of Recognition)

Artigo muito interessante referindo-se aos três tipos de personalidade e sua relação entre motivação e necessidade de reconhecimento.

Very interesting article referring to three personality types and their relationship between motivation and need for recognition.

Parceiros de criação

dezembro 9, 2011 § Deixe um comentário

Situações de mercado em que empresas e consumidores criam experiências e oportunidades juntos tem ganhado espaço, mas as mudanças estruturais necessárias exigem esforços das organizações. Elas precisam abrir mão de uma visão centrada na empresa e incorporar a ideia de que o consumidor pode se tornar um parceiro, e não só o destinatário final de sua cadeia produtiva.

Cada vez mais as empresas estão se dando conta de que a criação de novos produtos e oportunidades de negócios não depende mais apenas de seus funcionários. A tecnologia da informação, as mídias sociais e o molde de internet 2.0, com o conceito de “Faça você mesmo”, estão fazendo com que os gestores considerem cada vez mais a experiência de seus clientes e consumidores. « Leia o resto deste post »

A organização humana não é uma maquina.

dezembro 9, 2011 § Deixe um comentário

Entender a organização humana como uma metáfora da mecânica de uma maquina não se sustenta. Os movimentos mecânicos são todos reversíveis, isto é, podem decorrer de trás para frente: uma bola que rola rampa abaixo, acelerada, poderia rolar para cima, desacelerada, se assim fosse lançada. Só quando aparece um processo irreversível, onde há produção de calor, a coisa fica óbvia: um homem que salta do trampolim e cai numa piscina não pode voltar para cima, pois, quando cai na água, sua energia mecânica (de movimento) desaparece para dar lugar a pequenos movimentos desordenados da água, e a calor, e este processo é irreversível. Uma xícara de café quente colocada sobre a mesa perde calor até que sua temperatura se iguale à do ar circundante. Nunca ocorre o inverso uma xícara de café frio sobre a mesa não se aquece espontaneamente, retirando calor do ar em volta. Os movimentos organizacionais são, por natureza, desordenados, mais se assemelhando aos fenômenos de transferência de energia térmica sob a forma de calor, que consiste na soma das energias de movimento desordenado de bilhões de átomos. « Leia o resto deste post »

Sobre mudança e estratégia

outubro 20, 2011 § 1 comentário

Este blog é sobre mudança, sobre a qual Alvin Tofler refletiu:

A mudança não é meramente necessária  à vida, é a própria vida”.

Ele é sobre estratégia, também, a  suprema arte da existência. Somente tais pensamentos bastariam para dedicar um blog sobre estrategias de mudança. Convém, porém, ser mais específico.

Deixadas por si, as coisas tendem ao caos e desordem, pois de acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica todos os  sistemas e processos naturais observáveis geram entropia, um estado desordenado de desperdicio  de energia que poderia, de outro modo, ser aproveitada como trabalho. Quanto  maior a desordem de um sistema, maior a sua entropia. Esta lei rege que a  entropia deve aumentar em qualquer sistema fechado — ou, em qualquer sistema  que não pode se comunicar de forma ordenada, com outros sistemas ou ambientes externos a ele mesmo. Assim, sempre que tentamos trabalhar ou agir dentro desse  sistema — um conceito muito consistente com a realidade — devemos esperar um  aumento da entropia, num movimento irreversível em direção a um estado, ainda  desconhecido, de perturbação e incerteza, seguindo para um estado caótico e de extinção.

Por outro lado, esta energia  perturbadora não é necessariamente uma força negativa, um desperdício. Pode-se percebê-la  como um estímulo à nossa criatividade e imaginação, na medida em que a perspectiva da desordem ou de perda sempre nos evocará uma necessidade de mudança e de resposta, uma tensão que pode aumentar nossa consciência da realidade e de nós  mesmos, estimulando a emergência de um leque de opções estratégicas, aumentando a probabilidade de  navegar com sucesso entre as muitas mudanças que ocorrem à nossa volta, através  de nossas vidas, a um ritmo crescente.

Por isso, mudança e estratégia me fascinam. A primeira por ser inerente à própria vida e a segunda por ser a resposta dada por nossos organismos e pelas organizações na busca de um estado mais elevado de ordem, prosperidade e satisfação.

Certamente formular estratégias reativas às mudanças inerentes – ou propositivas de uma nova ordem – não é uma coisa que se faça sem uma capacitação e maestria. É preciso se preparar para entender o contexto e responder às tendências identificadas. A natureza já faz esta capacitação, seja pela seleção natural dos individuos mais adaptados seja por uma inspiração mística, a qual chamamos de divina.

Esses processos naturais são benvindos, obviamente. Mas, talvez possamos ser mais proativos, acelerando a emergência de um estado mais evoluído e sustentável, aperfeiçoando o método de tentativa e erro através do compartilhamento de exemplos, depoimentos, ensaios, artigos, noticias reflexões, conexões (links), casos e metodologias. Apresentar, estudar, debater para compreender esses conteúdos será, enfim, o propósito deste blog.

Ele será um portal aberto  trazendo tanto minhas contribuições e percepções , como de outros colaboradores. O strategytochange.com é fruto de intensa atividade na acadêmia, como professor e pesquisador, como consultor e conselheiro para organizações e como cidadão do mundo, brasileiro, judeu, casado, dois filhos amados e formados  e, por último e nem por isso menos importante, pertencente à classe média de  uma economia emergente, ou seja, vítima, espectador e gestor da entropia que  nos envolve e nos apura.

ARÃO SAPIRO